Analfabetismo Funcional No Brasil

O termo serve para designar pessoas que conseguem identificar letras e sentenças curtas, mas que não desenvolve a prática de compreender artigos ou textos longos, ou seja, não pode compreender a ideia geral de conteúdos extensos. Analfabetos em termos de funções também possuem dificuldades em fazer operações matemáticas inclusive com o uso da calculadora. Indivíduos do gênero possuem dificuldades inclusive em retirar a CNH por não conseguir compreender as perguntar e responder de forma correta em consequência da fraca capacidade de raciocínio.

De acordo com o MEC (Ministério da Educação e Cultura) a classificação de analfabeto funciona para designar pessoas com idade maior do que quinze anos que está atrasada em pelo menos quatro anos em termos de ano letivo. De qualquer forma a definição não traz ponto preciso ao levar em conta que existem cidadãos do gênero que possuem nível superior em termos escolares.

Imagem de Amostra do You Tube

Boom do Analfabetismo Funcional

No final dos anos noventa aconteceu o projeto de aprovação econômica no Estado de São Paulo graças aos feitos de Mário Covas. Por consequência, apenas o ato de ir a aula servia como motivo para aprovar os alunos e aumentar o nível de rotatividade. As crianças de ontem cresceram e hoje se tornaram adultos analfabetos.

Por esse motivo também aumentou o analfabetismo funcional na cidade, ao levar em conta que alunos eram vistos de forma quantitativa e não qualitativas. Existem pessoas que não conseguem escrever o nome de forma correta, ou assinar sem observar a carteira de identidade, também por conta da falta de preocupação do poder público por conta da qualidade de ensino.

Analfabetismo Funcional

Analfabetismo Funcional

Quais Principais Níveis de Analfabetismo? 

01: Representa a forma rudimentar e danosa em nível fundamento no que tange ao analfabetismo funcional. As pessoas conseguem compreender palavras simples e até mesmo as gírias ou que pertencem ao grupo social. Existem pessoas que possuem o pior nível e ao mesmo tempo possuem a capacidade de ler textos simples e curtos. Também conseguem somar números básicos, de principal entre 01 e 10 – mesmo valor de dedos que existe na mão e são usados para esse tipo de contagem. Entretanto, operações de multiplicação e divisão, mesmo simples, representam pontos dificultosos aos analfabetos funcionais.

02: O segundo nível de analfabeto em termos de função consiste nos indivíduos que conseguem compreender os trabalhos textuais curtos, mas não possuem o instinto de retirar raciocínio do que está escrito, como se a leitura fosse feita apenas de forma automática e não trouxesse significado que permanece. Compreendem apenas pequenas ordens expostas em textos. No segundo nível os indivíduos do gênero também deixam de desenvolver a capacidade de fazer grandes quantidades de cálculos, embora consigam somar e subtrair pequenas contas sem dificuldade. Podem usar as calculadoras com maior facilidade para trazer a conclusão do resultado, desde que tenha calma e o cuidado suficiente para apertar os botões de forma correta.

03: No terceiro nível de alfabetismo está a menor parte da população que consegue ter alto nível de alfabetização ao ponto de ler longos textos, retirar conclusões e realizar novos trabalhos com o que foi ensinado, evoluindo as teorias de acordo com pontos de vista peculiares. Além de escreverem e lerem de forma plena, também podem realizar contas de forma rápida, independente do grau de complexidade.

Analfabetismo no Brasil

De acordo com estimativas oficiais que o IBOPE coletou no ano de 2005 quase setenta por cento da população nacional tem analfabetismo funcional em primeiro e segundo grau. Ao levar em conta o conjunto de dados quantitativos e qualitativos em termos de análise é possível considerar que no mesmo período anual valor de sete por cento de brasileiros eram analfabetos de forma completa ao ponto não conseguir assinar o próprio nome ou mesmo realizar a identificação de símbolos.

No mesmo ano foi estimado que quase oitenta por cento dos brasileiros não tem domínio completo em termos de escrita, poder para fazer contas ou compreensão literária. Cinco anos de passaram e o Censo realizou pesquisa parecida para estimar o número e nível de brasileiros com analfabetismo funcional. No ano de 2010 a instituição aponta que de quatro cidadãos um era analfabeto em termos funcionais, com porcentagem de vinte por cento em termos gerais no hemisfério nacional.

Especialistas indicam que o nordeste brasileiro representa principal local no qual o analfabetismo funcional representa uma problemática, com quase trinta por cento da população nessas condições de alfabetização. Os dados do MEC convergem com a estimativa do CENSO ao levar em conta que noventa por cento de programas para alfabetizar adultos se localiza na região.

Problemática do Ensino Público

Os anos oitenta do século XX no Brasil não são considerados apenas perdidos em termos de economia como também no sentido da educação. Professores começaram a ter salários baixos e os programas de educação foram feitos com maior quantidade do que qualidade em consequência da grande demanda que surgiu junto com o aumento da população brasileira de forma rápida e sem estrutura. Por consequência, no começo do século XXI ainda existem milhões de adultos que são considerados analfabetos.

.           Especialistas indicam que o problema de precariedade no ensino brasileiro represente principal explicação para os grandes índices de analfabetos funcionais em terras nacionais. O sistema público está em franca calamidade, com professores ganhando salários baixos e em consequência da pouca estrutura que existe nos centros de ensino público, locais no qual se encontra a grande parte dos alunos, independente do nível da idade.

Saiba Mais

Saiba Mais

O pouco estímulo à educação também afeta o brasileiro de forma cultural. A minoria da população tem interesse ou mesmo o hábito de realizar leituras no cotidiano e por consequência perde a capacidade de interpretar os textos e diminuem o nível de gral em termos de alfabetismo funcional.

No Brasil existem diversos programas educacionais que trabalham no sentido de diminuir o nível de baixa educação em termos de alfabetismo funcional. Porém, poucos ideais ou planos trazem resultados eficazes ao ponto de fazer a diferença em país cuja grande parte da população se encontra classificada como analfabeta de forma funcional.

Artigo Escrito por Renato Duarte Plantier

Imagem de Amostra do You Tube

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Required fields are marked *

*

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>