O Que é Hirsutismo?

Já percebeu como existem homens e mulheres que possuem pelos além do convencional? Em termos científicos o fato é conhecido como hirsutismo. Pode acontecer com as mulheres nas regiões terminais. Em termos práticos o público feminino teme apenas de pensar no fato, visto que nos dias atuais existe o estereotipo de que mulheres não podem ter pelos por causa da semelhança que fica em termos estéticos com os homens.

O Que é Hirsutismo?

O Que é Hirsutismo?

Quais Sintomas Do Hirsutismo?

Não se pode ignorar o fato de que esse tipo de sintoma pode se manifestar em partes distintas do corpo, como no caso dos queixos, o que de certa maneira representa a mulher barbada, em termos folclóricos ou circenses. Público feminino que sofre com esse tipo de doença podem desenvolver diversos tipos de sintomas, desde alterações no ciclo menstrual até a geração de infertilidade para gerar filhos. Existem pacientes que reclamam de forma expressiva por causa das modificações em termos metabólicos.

Imagem de Amostra do You Tube

Como Acontece o Hirsutismo?

Embora não exista consenso em termos acadêmicos ou científicos grande parte dos especialistas aponta que existe relação por conta do trabalho de andrógenos que atuam na pele por razões distintas. Também existem doutrinas que apontam relação direta com o tipo de hormônio.

De fato, quando os níveis de androgênios ficam superiores em termos de sensibilidade na região cutânea existe a chance de desenvolver o hirsutismo. De acordo com a medicina moderna existem dois tipos de classificação oficial: (1) Decorre da utilização em nível máximo de androgênios na região do ovário. (2) Aumento produtivo em termos glandulares.

Síndrome Dos Ovários Policísticos

A síndrome dos ovários policísticos consiste na principal causa da doença que afeta de forma direta a pele. De qualquer maneira, mesmo coma tecnologia e o conhecimento que a ciência tem nos dias de hoje o fator causa representa ponto que coloca em dúvida inclusive os especialistas que usam a vida inteira para estudar o fenômeno.

Ginecologistas e dermatologistas são tipos de profissionais mais procurados por mulheres que sofrem por conta desse tipo de problema. Os especialistas não se sentem tranquilo ao receitar ou fazer as pesquisas e por consequência encontrar a solução à problemática parece ser missão complicada no meio acadêmico. Diversas reuniões e palestras são feitas ao redor do mundo para buscar melhorar a compreensão dos fenômenos, assim como o bombardeio de informações publicadas em artigos científicos.

Grossura Do Pelos Humanos

De fato, mulheres que sofrem por causa de problemática que se relaciona com o hirsutismo apresentam textura de pelos grossos, além do normal do que nas pessoas que não possuem o problema de saúde que de forma provável tem relação com acontecimentos no ovário.

Pelos tradicionais de pessoas não têm hirsutismo além de não serem pigmentados também são finos, desde que não aconteça depilação de forma errada e constante, o que prejudica a textura. Por outro lado, pelos do tipo terminal, que são frequentes em mulheres com hirsutismo, além de serem mais escuros também apresentam formas mais grossas. Embora não exista o consenso acadêmico, parte dos especialistas acredita que exista relação direta com os trabalhos dos esteroides sexuais, como no caso da região abdominal e não nas sobrancelhas, por exemplo.

De acordo com palavras e artigos de dermatologistas renomados no mundo os pelos no corpo possuem um ritmo de crescimento que acontece de maneira cíclica. Nesse sentido, cada tipo de organismo tem um trabalho diferente e por esse motivo não há como existir consenso em apontar o nível de crescimento em termos de velocidade ou quantidade. Por exemplo, podem existir homens que possuem pelos nas costas, enquanto que outros não evoluem a barba no rosto. De qualquer maneira o crescimento dos pelos pode variar entre dias, semanas ou até meses, dependendo do organismo da pessoa.

Excesso De Pelo Nos Terminais

Na prática o hirsutismo se característica por crescimento anormal de pelos em partes da mulher que são terminais, ou seja, no abdômen, costas, queixo, entre outras regiões, e não nas sobrancelhas que deixam de estar entre a consideração de parte terminal do organismo humano. A problemática consiste no fato de que o aumento de pelagem acontece justo nos locais anatômicos que são vistos como masculinos de acordo com grande parte do estereotipo do mundo.

Hipertricose Não é Hirsutismo

Não se por ignorar o fato de que hirsutismo não representa o mesmo que hipertricose. No caso da última opção, consiste no crescimento elevado de pelos nas regiões femininas que estão acostumadas a ter a pelagem. Esse tipo de problemática acontece de forma principal entre as mulheres portuguesas ou àquelas que estão ao redor do Mar Mediterrâneo.

A hipertricose representa problemática na qual existe maior compreensão em termos científicos do que o hirsutismo. No que tange ao excesso de pelo nas mulheres portuguesas a questão se trata de forma genética e se relaciona com o histórico da família. Interessante notar que também por causa de fatores genéticos as mulheres orientais possuem a tendência de ter menos pelagem, ou pelos mais finos, com maior facilidade para fazer a depilação.

Não se pode ignorar o fato de que mesmo com hormônios masculinos em mulheres que estejam com a taxa normal pode acontecer o fenômeno de hirsutismo. Em termos práticos no momento em que acontece a menopausa os especialistas dizem que o público feminino tem aumento de hormônio do tipo masculino, o que pode ajudar no aumento do crescimento de pelos fora do normal.

Interessante notar que a presença de hirsutismo não representa ponto normal no mundo, poucas mulheres sofrem com essa problemática. Talvez por esse motivo exista maior dificuldade para os médicos que estudam a questão encontrar um consenso sobre a causa. De acordo com especialistas, o fenômeno de crescimento dos pelos em regiões femininas não peculiares também pode acontecer em crianças que possuem mais do que nove anos.

No caso de hirsutismo em crianças a situação é considerada ainda mais crítica por conta da falta de conhecimento médico sobre as questões do gênero. Especialistas precisam seguir novas linhas em termos de patologia no sentido de aumentar o nível de detalhe do ato de investigar.

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