Casa

Muitas pessoas, com o passar dos anos, começam a trabalhar para que pudessem, enfim, sair da casa dos pais e poder viver a sua vida, sem depender econômica e psicologicamente deles. E, para isso, muitos decidem se especializar primeiro, bem como encontrar maneiras de acumular dinheiro para conseguir comprar aquela coisa bastante desejada por eles.

A casa é uma delas, na qual é, junto com o carro, um dos maiores sonhos do brasileiro, que não aguenta mais ter que arcar com custos de aluguel, para uma que não é sua e suga seu dinheiro com a sua permanência no “apartamento”.

E, como nós sabemos que os seres humanos são bastante diferentes em suas essências, aqui estamos a falar, também, que, em se tratando de imóvel, muitas pessoas entram em divergência na hora de adquirir “aquele cantinho seu”: tem casas, kitnets, apartamentos e, surpreenda-se, até mesmo casa na árvore. A intenção, portanto, é ajudar as pessoas a comprarem sua casa sem se estressarem com possíveis problemas que pode acontecer.

Se você tem dúvidas de como avaliar se uma casa está apta para a habitação, confira a seguir uma explanação sobre o tema, bem como algumas informações interessantes a respeito.

A História Da Casa

Uma casa pode ser definida, a “grosso modo”, como uma maneira que os animais encontram para se proteger, seja da chuva, de predadores e de outros problemas que esses animais possuem. Ou seja, os animais, desde muitos anos até a aparição dos primeiros ancestrais humanos, já tinham esse hábito de construir uma toca ou encontrar alguma que esteja vazia.

E, embora somos seres humanos, não pense que nossos ancestrais não se protegiam da chuva: sim, e a todo momento. No entanto, ainda não tinham esse conceito de propriedade, o que fazia com que eles fossem se esconder em cavernas e outros espaços que poderiam servir como esconderijo.

A casa só veio a ser amplamente utilizada a partir da idade média, onde mostra que, além de você estar organizado numa sociedade, “ter um imóvel” já era considerado um status de luxo e riqueza. Naquela época, então, muitas pessoas começaram a trabalhar firme para conseguir um dinheiro que pudesse comprar uma casa para si mesmo.

Atualmente, existem diversas casas e outros imóveis que estão à venda ou estão sendo apenas alugadas. Em alguns locais do Brasil, uma casa com dois quartos, sala, cozinha e banheiro, com alguns detalhes a acertar não saem por menos de 200 mil reais, isso, considerando, os bairros periféricos.

Em grandes centros, como São Paulo, por exemplo, uma casa pequena que serviria e muito bem para um estudante que está chegando para a cidade não é alugado por menos de 2 mil reais, o que desperta um grande absurdo nas pessoas.

Existem diversos tipos de casa, que é a convencional e onde a maioria das pessoas gostam de se reunir, de debater ideias ou, praticamente jogar conversa fora. Existem aquelas que são os chamados “apartamentos”, ou seja, são residências que estão incrustadas em prédios que possuem diversos outros apartamentos semelhantes uns aos outros, onde podem viver diversas pessoas. Nesse sentido, a diferença de um apartamento para uma casa geralmente é a possibilidade de ter uma maior liberdade para controlar o entorno da residência. Já um apartamento é necessário adaptar sua rotina com a rotina de dentro do condomínio: ou seja, deve-se respeitar algumas leis de convivência, tendo que restringir algumas atividades, como, por exemplo: em alguns condomínios, é expressamente proibido ter um cachorro, pois, segundo argumentos, pode prejudicar a harmonia do local. Apesar de algumas desvantagens, o apartamento ganha da casa no quesito segurança, pois, em condomínios, é comum a vigilância 24h dentro e no entorno do prédio.

Existem, também, as casas geminadas, que nada mais significa que a construção de uma casa grade e que tenha a mesma simetria entre os lados. Depois de terminada, a divide no meio corretamente com um muro e, assim, puxa para fora, formando um muro que separa as duas casas. Algumas pessoas, no entanto, não gostam de casas desse tipo, argumentando que perdem a “essência” e deixam o lugar mais monótono, já que uma variabilidade de construção nesses casos é praticamente zero. Geralmente, essas casas do tipo geminada estão presentes em conjuntos habitacionais.

Algumas pessoas, por falta de dinheiro, não conseguem morar em uma casa, mas conseguem manter um carro. Nos anos 2000, muitas foram as reportagens que mostravam uma família daqui do Brasil que só tinha um carro para trabalhar e a família morar.

Durante muito tempo, no Brasil, quando se falava em construir uma casa, as pessoas já pensavam num modelo pré-pronto: uma casa quadrada e com garagem. No entanto, hoje os tempos mudaram: muitas casas estão sendo construídas utilizando novos conceitos de arquitetura, que vêm combinada com os novos tempos de sustentabilidade e respeito às pessoas com gênero e orientação diferentes que a cada hora surgem no Brasil. Principalmente em bairros mais abastados, as casas têm um toque bastante refinado, abusando das cores mais claras para poder fazer um ambiente suave e acolhedor.

Uma tendência que vem ganhando cada vez mais adeptos é o uso de acabamento em pedra decorativa, que é colocada em um local estratégico da casa, para dar ainda mais requinte à construção. Geralmente, se revela em um revestimento de ladrilho que é colocado na parede externa de uma casa para deixa-la com ar mais simples e fresco.

Um outro tipo de habitação bastante conhecido no Brasil é a iniciativa Minha Casa Minha Vida, na qual as pessoas que desejam, devem preencher o cadastro e entrar com um pedido de casa seguindo nessa modalidade. Com esse programa, que foi criado durante o primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, muitas pessoas começaram a sair dos níveis extremos de pobreza, e conseguirem se estabelecer nas casas estruturadas e entregues pelo governo. O conjunto habitacional é criado, geralmente, em locais com pouca influência urbana, o que têm agradado diversas pessoas, que gostam de um contato discreto com a vida agitada, mas quer um encontro bastante real com a natureza.

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