Proibição de Rodeios no Brasil

A proibição dos rodeios no Brasil representa assunto que intriga os ruralistas, ambientalistas e a imprensa em geral. Os defensores da ótica rural defendem a prática por causa do aumento de economia que as regiões possuem por conta do evento. Ambientais são contra em consequência do maltrato que existem nos animais que servem como verdadeiros escravos para a diversão gratuita e premiação em milhares de reais entre os cavaleiros vencedores que ganham fama de nível nacional e internacional. A proibição de rodeios acontece apenas em municípios do Brasil que aceitam a decisão da Câmara, visto que não se trata de lei federal que deve ser respeitada sob a ótica geral no hemisfério nacional.

Projeto de Lei: 2011

Desde 2011 as discussões entram em ponto de ebulição, de forma principal após o deputado federal Ricardo Tripodi divulgar o projeto de lei no sentido de proibir a prática esportiva e ao mesmo tempo coibir qualquer ato que seja realizado de modo ilegal contra os animais que participam dos eventos. De acordo com o texto oficial que seguiu para a Câmara Federal quando existem problemas do gênero quem tem a responsabilidade é o dono do alvará para fazer o rodeio que deve tomar o máximo de precauções para que a saúde dos animais não seja prejudicada. Não se pode ignorar o fato de que o órgão público que concedeu o direito também pode receber infrações da lei.

Prejuízo em Barretos

O projeto de Tripodi deixa claro que quem não respeitar a lei pode pagar infração que pode chegar à casa dos trinta reais, visto que nos casos de nova punição a multa pode aumentar em dobro. De forma pública o deputado federal indica que teve a ideia de lançar o projeto de lei de modo principal após o bezerro ter sido sacrificado depois de ficar paralítico, em rodeio que aconteceu em São Paulo (Barretos), zona estadual que tem o maior índice de rodeios oficiais que geram prêmios aos campeões.

Não se pode ignorar o fato de que Tripodi aumentou o status social entre os defensores dos animais. A ação legal conta inclusive com o apoio da UIPA (União Internacional Protetora dos Animais). Interessante notar que a instituição tem diversos tipos de processos junto ao MP por conta de acusações que se relacionam com problemas de tratamento com animais.

A ANB (Associação Nacional de Bulldog) suspendeu por período de meio ano sem poder realizar a atividade de peão em rodeios os participantes que participou do evento em Barretos que fez o bovino ficar paralítico. O evento em si ganhou notoriedade pública de modo principal porque o animal precisou ser sacrificado. Vale ressaltar que o ECOA (Centro de Estudos do Comportamento Animal) representa organização que solicitou o afastamento do participante depois de realizar relatórios que se relaciona com os laudos médicos.

Os especialistas também levaram em consideração análises que foram realizadas depois de observar as fotos que se relacionaram com a bateria. Pensadores que analisaram o documento entraram em convergência ao afirmar que o animal precisou ser sacrificado em consequência da manobra irregular realizada por conta do peão que fez de tudo para não cair no chão, inclusive tornar o animal paralítico. Os próprios representantes do evento disseram que conforme as regras da Festa de Peão de Barretos o tipo de manobra não pode acontecer.

Petição Contra Rodeios no Brasil

A proibição do rodeio em terras nacionais não representa regra que deve ser seguida por todos os municípios que se estabelecem no hemisfério nacional. Para que o fato se torne realidade existe a necessidade da população que não está a favor do maltrato se unir para exigir com que o poder público tome a decisão em favor dos ambientalistas. Nos dias de hoje existe a possibilidade de assinar a petição online que segue de forma direta ao Congresso Nacional.

Na prática as pessoas não estão contra a prática esportiva, mas sim das barbáries que acontecem com os animais que participam da modalidade esportiva. Para que sigam às pistas de forma descontrolada os bovinos sofrem com excesso de maltrato no sentido de chegarem bravos e se mexerem com o máximo de força para que os cavaleiros ganhe maior dificuldade em fazer as manobras.

De forma prática as atividades do gênero poderiam acontecer em épocas antigas na qual o homem enxergava o meio ambiente com a ótica profunda e colocava a humanidade acima da natureza. Nos dias de hoje e com o nível de saber das pessoas em geral as atividades do gênero não podem ser aceitas e precisam de abominação não apenas no hemisfério nacional como também de forma global. Não se pode ignorar o fato de que existem diversos rodeios nos Estados Unidos que geram milhões de dólares ao ano e mesmo assim contam com opinião pública desfavorável por conta do maltrato de animais.

A sociedade evolui e não pode acatar esse tipo de processo que prejudica de forma direta a qualidade de vida dos animais que participam dos eventos. A luta contra as práticas abomináveis não se estabelece no Brasil como também em regiões espanholas e portuguesas que são conhecidas por patrocinarem a tourada de forma cultural na qual os cavaleiros chegam ao ponto de crucificar os animais em público.

Diversos tipos de elementos são usados para que o animal comece a saltar e pular de forma desesperada em consequência da dor que sente por uso das esporas e sedém. De acordo com especialistas existem casos nos quais acontece inclusive o uso de choque elétrico para fazer o animal entrar com maior desespero na arena. Por consequência pode acontecer não apenas o óbito por causa da paralisação da coluna como também em consequência dos ataques cardíacos.

Entre as ferramentas utilizadas para prejudicar a qualidade de vida do animal que participa da tourada vale ressaltar a presença do sedém que fica amarado na virilha e na bexiga, cujo aperto faz com que os animais sintam a máxima dor, como se estivessem participando de uma espécie de tortura.

Clique no link e acesso o espaço virtual para assinar contra a prática de rodeios no Brasil.

Artigo Escrito por Renato Duarte Plantier

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