Violência Contra a Mulher

A violência em vários tipos de mulheres de diversas faixas etárias não param de aumentar. Essas mulheres são maltratadas e violentadas de várias formas como o abuso sexual, maustratos físicos e psicológicos, fazendo do ambiente familiar em vez de ser um aconchego e ponto de apoio, para ser um verdadeiro palco do algoz, que nesses casos sempre é o companheiro ou marido da vítima.

 

Doméstica

 

Possíveis Fatores

A pobreza é apontada como um dos principais fatores para a violência contra a mulher, mas a verdade é que geralmente nesses casos qualquer fator vira motivo para uma discussão e essa discussão segue a violência física, psicológica ou sexual que as mulheres vem sofrendo. O estado da casa, a situação social, o uso de entorpecentes ou de álcool, a cidade, a convivência social, todos são fatores possíveis de se admitir que são pontos de apoio à violência sofrida. Mas a violência também traz em suas raízes fatores de divergências que são de cunho variado e de análise difícil dentro de um contexto do convivência social global.

Valores e Imagens

Como podemos destacar o autoritarismo que se desenvolve dentro da família, onde a imagem do homem como o senhor, como o ponto de esteio da família e de pessoa mais importante na oligarquia daquele nicho social, é onde fica a tênue linha do comportamento correto, de chefe de família responsável e o comportamento de vil agressor, do criminoso contumaz e que tem razão acima de tudo e ainda impõe a sua autoridade. O poder naturalmente outorgado durante o passar dos anos aparece como uma forma perigosa entre as relações de um homem e de uma mulher, podendo essa relação causar na mulher não somente os danos físicos, mas o mais difícil de ser consertado, que é o dano psicológico sofrido por uma mulher violentada. Como a violência contra as mulheres muitas vezes estão longe dos nossos lares e de nosso cotidiano, acabamos um pouco que nos omitindo, nos ausentando de nossa responsabilidade e acabamos inconscientemente nos perguntando “O que eu tenho com isso?”.

Papel e Civismo

A verdade é que precisamos ajudar a vítima, mas além disso, precisamos também ajudar na psicologia contra o agressor, pois acredito piamente que é melhor educar quem bate para que este não bata nunca mais, e muitas vezes nos esquecemos deste detalhe. Não aqui que eu esteja dizendo que o agressor tenha de ser passado a mão na cabeça, mas parto do princípio de que nada adianta devolver ao convívio da sociedade um elemento mais bruto do que quando cometeu o erro. Este princípio é o caminho mais saudável para realizarmos uma verdadeira transformação das relações com violência. Enquanto tratarmos apenas de coibir o agressor e proteger à vítima, estaremos num processo contínuo de limpar as feridas e ralar o joelho em outra queda.

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Categoria(s) do artigo:
Comportamento

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