Mamonas Assassinas

A Banda “Mamonas Assassinas” teve a carreira mais meteórica que já se teve notícias no Brasil, durou 8 meses e vendeu mais de 3 milhões de discos, reais celebridades instantâneas. A Banda era formada pelo vocalista Alecsander Alves, o carismático Dinho, Bento Hinoto no vocal guitarra e violão, Samuel e Sérgio Rioli vocal e baixo o primeiro e bateria o segundo e Julio Rasec vocal e teclados. Os cinco jovens irreverentes ganharam o coração de milhares de fãs entre crianças, jovens e adultos, com talento, humor, muita irreverência e músicas que fazem sucesso. O sucesso dos Mamonas Assassinas levou a criação de um documentário e de um bom filme sobre suas vidas e sobre a curta carreira dos jovens, o documentário que estréia em São Paulo do mês de julho leva o nome de “Mamonas, o Doc” e o filme “Mamonas, de Muvi”.

Mamonas Assassinas

Mamonas Assassinas

O lançamento do documentário acontece na cidade de Guarulhos, no ginásio Thomeozão, onde começou a carreira dos jovens, e deve ter duração de cerca de uma hora e meia. Quando procuravam material para criação de um filme sobre a vida dos Mamonas Assassinas os produtores se surpreenderam com a quantidade de imagens gravadas em vídeos, escritos, fotografias e muitas outras fontes que resolveram organizar também um documentário, assim “Mamonas, o Doc está sendo lançado este mês enquanto o filme deverá ser lançado no ano de 2010 em todos os cinemas do Brasil. Assim como a morte de Michael Jackson chocou o mundo, guardadas as devidas proporções, a morte dos Mamonas Assassinas chocou o Brasil.

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No auge do sucesso, quando chegavam a fazer 2 shows por dia o avião fretado pelo grupo para um show em Brasília os trazia de volta para casa quando as 23:16 do dia 02 de março de 1996, chocou com a Serra da Cantareira matando todos os que estavam a bordo. O enterro dois dias depois contou com a presença de mais de 60 mil fãs. Passados 13 anos do trágico acidente aéreo, os Mamonas continuam no coração de todos que os conheceram, curtiram e deram boas risadas com suas irreverências, e suas inesquecíveis letras de músicas “Pelados em Santos”, “Robocop gay”, “Brasília Amarela, “Vira-vira”…. Claudio Kahns é o diretor das duas produções e está muito entusiasmado com o projeto, e espera cerca de 8 mil pessoas para a estréia do longa-metragem.

Daniel se emociona quando relata que ao começar a buscar documentos, fotos diferentes e imagens para o projeto se surpreendeu ao perceber que tudo aquilo que os meninos apresentavam nos palcos era verdadeiro, eles eram ótimos de piadas e a irreverência com que se tratavam e tratavam todas as coisas era marca deles também fora dos palcos. Após 3 anos garimpando e selecionando o material, além de depoimentos de familiares e amigos perceberam que o material não cabia somente num filme, pois se perderiam partes importantes da vida deles, e assim veio a idéia do documentário que tem tudo para ser o grande sucesso dos Mamonas Assassinas após sua morte.


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Músicos

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